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Formado em 1995, por actores profissionais, que já tinham passado pelas mais prestigiadas companhias nacionais portuguesas (Teatro Nacional, Novo Grupo, Cornucópia, A Barraca, entre outros), e vindos de uma recente experiência comum no Teatro da Veredas com, entre outros, os espectáculos Histórias da Flauta e Malaquias, a história de um homem barbaramente agredido (premiado pela associação de críticos como grupo revelação), o Teatroesfera apresentou de início os seus espectáculos no Real Sport Clube de Massamá levando-os posteriormente a Teatros em Lisboa (Teatro Nacional. D. Maria II, Teatro da Comuna, Cinearte e Teatro Maria Matos).

 

Durante 5 anos o Teatroesfera foi apoiado regularmente pela Câmara Municipal de Sintra e pelo Ministério da Cultura em diversos Concursos Pontuais. A relação entre o Teatroesfera e a Câmara Municipal de Sintra foi crescendo, culminando com o apoio desta para a construção de um Teatro, o que se viria a verificar em 2001. Com esta alteração das condições de trabalho o Teatroesfera pode finalmente enveredar pelo caminho que acredita ser o mais correcto: uma estrutura permanente com trabalho contínuo.

 

 

Desde 2001, com o apoio da Câmara Municipal de Sintra e com o subsídios quadrianuais do Ministério da Cultura/Instituto das Artes, o Teatroesfera tem desenvolvido o trabalho mais difícil desta profissão: criar no público o hábito de ir ao teatro.

 

Para isso, para além da criação regular de espectáculos para adultos e também para crianças e jovens, mantém uma estreita relação com as instituições locais e outros grupos; o aumento exponencial do público e a crescente aceitação das actividades do Teatroesfera são a prova de que está no caminho certo.

 

Esta Companhia centra a sua principal atenção no trabalho do actor, todas as peças escolhidas e dramaturgias criadas têm prioritariamente a preocupação de promover a criatividade dos actores. Como princípios programáticos tem trabalhado autores portugueses (como Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Manuel de Lima, Ruy Belo, José Carretas, Fernando Gomes, Jorge Araújo). Além de fomentar e divulgar a dramaturgia contemporânea (David Mamet, David Ives, Mario Fratti, Joe Orton, Miguel Mihura, Daniil Harms).

 

Dirige, desde 1994, Oficinas de Expressão Dramática para alunos e professores do 1º ciclo, integradas nos programas sócio-educativos da Câmara Municipal de Lisboa – Pelouro da Educação e da Câmara Municipal de Sintra.

 

Em 2003, cativou algumas faixas da população que ainda pensam o Teatro como um produto inacessível,  divulgando o Teatro através de espectáculos com particularidades específicas: - Criou o FINCA-TE Festival Internacional de Café-Teatro da Cidade de Queluz e Num Abril e fechar d’Olhos, um grandioso espectáculo de rua, integrado nas Comemorações dos 30 anos do 25 de Abril da Câmara Municipal de Sintra e na Programação Festas das Cidades do Euro 2004.

 

 

 
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